James Lee Byars

Um dos mais fascinantes artistas americanos do pós-guerra, Byars construiu um personagem performativo que, tomado pela ideia de perfeição e por uma prática nómada e ambulatória, procura juntar a enorme sofisticação e o uso de recursos mínimos. Quer nas suas performances, nos desenhos, nas esculturas, na correspondência ou em ações efémeras, Byars forma um corpo de trabalho evanescente e único.

A obra sonora que é apresentada na bienal constitui uma súmula da sua busca pela perfeição, sob a forma de um mantra, um repto que é lançado no sentido da repetição da palavra «perfeito» até ao seu surgimento.

Pronounce Perfect Until It Appears, 1979 Gravação de áudio, 0’03’’ (loop). © The Estate of James Lee Byars Cortesia da Michael Werner Gallery, Nova Iorque e Londres. Fotografia de Jorge das Neves

Pronounce Perfect Until It Appears, 1979 Gravação de áudio, 0’03’’ (loop).
© The Estate of James Lee Byars Cortesia da Michael Werner Gallery, Nova Iorque e Londres.
Fotografia de Jorge das Neves